“A Oxidação”

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A Química do MMS>
Características do Dióxido de Cloro CLO2 [ MMS activado]

Potencial de Oxidação vs Capacidade de Oxidação

Uma das coisas mais espantosas acerca do dióxido de cloro é que a sua particular construção molecular fornece-nos uma invulgarmente alta capacidade de oxidação. Assim o seu potencial de oxidação é fraco, mas a sua alta capacidade faz com seja capaz de arrancar 5 electrões a qualquer substância que seja capaz de oxidar, nas quais se incluem patogénicos (vírus, bactérias e fungos), compostos químicos venenosos, compostos de metais pesados, etc. Recordamos aqui a ausência de qualquer pressão osmótica exercida pelo dióxido de cloro, sobre as células saudáveis do corpo humano.

Potencial de Oxidação

Oxidação é o mecanismo pelo qual são destruídos a maioria dos patogénicos presentes no corpo. O potencial de oxidação de um agente oxidante é medido electricamente em Volts (V). Eis a lista dos oxidantes que têm sido usados no corpo humano:

» Ozono: 2.07 V
» Peróxido de Hidrogénio(água oxigenada): 1.8 V
» Oxigénio: 1.3 V
» Dióxido de Cloro (MMS activado): 0.95 V

Repare que o dióxido de cloro é que tem o potencial de oxidação mais baixo de todos. O nosso corpo está feito para trabalhar com o oxigénio, uma vez que este é o que possui o melhor potencial de oxidação para manter a vida. O oxigénio oxida um grande número de coisas, mas não tem potencial suficiente para oxidar um bom número de tantas outras coisas, tais como as bactérias benignas presentes no estômago, por exemplo.
Até o próprio oxigénio danifica o corpo sob determinadas condições. Se alguém respirar oxigénio puro durante demasiado tempo, isso vai danificar os pulmões. É há muito sabido que o oxigénio causa envelhecimento e por isso o corpo fabrica antioxidantes para prevenir que isto aconteça.
O dióxido de cloro é que possui o potencial de oxidação mais fraco. Pelo que não tem força suficiente para oxidar nenhum componente (saudável) do sangue, nem as células, nem os tecidos, seja de estrutura for. É claro, assim como o sal de cozinha ou a própria água, se for usado em enormes quantidades, pode causar dano. NO ENTANTO, as quantidades de Cl O2 usadas nos nossos protocolos, para destruir doenças no corpo, são 100 vezes mais baixas do que as que seriam necessárias para causar dano no corpo!

molecula

Pressões Osmóticas e Isotónicas

Existe outro motivo pelo qual o dióxido de cloro (ClO2) não destrói os glóbulos vermelhos. É sugerido por alguns indivíduos não-químicos, incluindo pessoal do FDA, que o ClO2 provoca dano nas células vermelhas do sangue, provocando hemólise. Então, a bem de uma explicação científica genuína, aqui ficam mais duas palavras: Isotónico e Osmótico.
As células, incluindo os glóbulos vermelhos, não têm pele como o exterior do nosso corpo, mas sim outro tipo de pele que é uma espécie de membrana. Esta membrana deixa passar apenas alguns nutrientes e químicos para o interior da célula, e também resíduos celulares, do interior da célula para o meio exterior.
Pressão osmótica é a pressão que certos líquidos exercem sobre a célula, que lhes permite penetrar a membrana celular. Normalmente, quando há menos pressão osmótica no interior da célula do que no meio exterior, a pressão mais forte – exterior neste caso – empurra líquidos através da membrana, para o interior da célula. É uma espécie de mecanismo de alimentação da natureza. A célula usa os nutrientes que foram empurrados para dentro de si e a pressão osmótica empurra mais desse líquido específico para dentro da célula.
Agora vejamos as palavras isotónica e líquido isotónico. Isotónico refere-se a um líquido que não exerce qualquer pressão osmótica contra determinadas células. Não penetrará a membrana celular. Neste caso referimo-nos às células vermelhas do sangue. Um líquido que é isotónico em relação às células vermelhas, não exerce qualquer pressão osmótica sobre elas, mesmo que elas se encontram suspensas num líquido cheio de nutrientes, como é o caso do sangue.
Aqui entra o dióxido de cloro (ClO2). Em concentrações de 0,001% em água, o ClO2 é isotónico em relação aos glóbulos vermelhos (não exerce pressão osmótica para dentro). Isto foi descoberto lá atrás, nos anos oitenta. Os cientistas ainda não explicaram a razão deste fenómeno, mas se lerem as patentes abaixo apresentadas, verão que uma boa parte delas depende exclusivamente da descoberta deste fenómeno.
Em qualquer dos casos, o dióxido de cloro, da forma que é usado no MMS, é menos de 10% de uma concentração de 0,001%. Por isso não pode penetrar a membrana de uma célula vermelha, porque é demasiado dura e resistente para ser agredida pelo ClO2 vindo do exterior.

O processo de oxidação realizado pelo ClO2

1. O ião de ClO2 primeiro saca um único electrão ao agente patogénico;
2. Esse electrão que entra no dióxido de cloro faz com que ele se transforme num ião de clorito de sódio, que começa a abrir um buraco no patogénico;
3. Assim, o ClO2 saca mais 4 electrões do mesmo patogénico, ou eventualmente de outro que esteja imediatamente mais próximo.
4. Isto destrói completamente o clorito de sódio, deixando apenas cloreto de sódio (sal de cozinha) e mais 2 átomos de oxigénio já neutralizados, que se agrega à água do corpo ou faz CO2, para ser expirado para fora do corpo. Uma só molécula de dióxido de cloro é responsável por destruir 5 moléculas no flanco do patogénico.
É claro que podem ser necessárias várias moléculas de dióxido de cloro para fazer um buraco no patogénico mas de facto é isso que efectivamente o mata e destrói. Isto provoca uma morte limpa, porque tanto a molécula de Cl O2 como as moléculas no flanco do patogénico, são igualmente destruídas, não deixando nada excepto partículas neutralizadas, prontas para serem excretadas para fora do corpo.
A única excepção é o próprio patogénico, morto e esburacado. É isso que vai causar a reacção de Herxheimer. Os patogénicos mortos libertam sempre no sistema alguma quantidade de veneno, e o sistema tem de se ver livre disso. Matar patogénicos depressa demais, pode causar a acumulação de demasiado veneno, e é assim que a náusea – e os outros sintomas já citados – acontecem! A mesma coisa se passa com os compostos de metais pesados, excepto que geralmente estes não provocam reacção de Herxheimer, uma vez que ficam completamente neutralizados.

 

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